From making of

Um novo projecto: o podcast Anita no Trabalho

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Olá, olá! Nem acredito que já passou um mês de ausência aqui do blog. Muita coisa aconteceu neste último mês, sendo que uma delas, das mais importantes, por sinal, foi o lançamento do podcast Anita no Trabalho, um podcast sobre empreendedorismo no feminino que lancei juntamente com a minha amiga Eliana Soares.

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A história deste podcast já vem de há uns meses atrás: depois de no Outono termos falado sobre o tema, foi só entrado o ano de 2016 que conseguimos, finalmente, sentar-nos a trabalhar no podcast e a pô-lo a funcionar. No fundo, sentíamos que faltava um espaço de reflexão sobre a experiência de sermos empreendedoras em Portugal, um espaço onde pudéssemos discutir e partilhar os desafios com que nos fomos deparando nesta vida de trabalho por conta própria no feminino, e as estratégias que fomos encontrando para superar esses obstáculos.

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Com o lançamento do site e a criação da secção “Querida Anita”, queremos também abrir a antena à participação de todos quantos nos queiram escrever e que queiram partilhar um pouco da sua experiência, quer seja semelhante, quer não.

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Convido-vos então a irem ouvir os episódios que já estão disponíveis no site do podcast Anita no Trabalho. Em breve, estará também disponível no iTunes. E, já agora, aproveito para vos pedir que façam “like” na página de facebook e que partilhem os episódios com as vossas redes, e que não se coíbam de partilhar as vossas experiências connosco com a Anita. 🙂

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Quanto ao logo do podcast, não poderia deixar de ter uma parte bordada, não é? Para além de adorar a ideia do contraste do bordado – e de toda a conotação de lavor feminino que tem – com a vida de empreendedora contemporânea, sempre com uma presença digital importante, achei que essa ideia seria uma boa metáfora para o que desejamos conseguir com este podcast, um espaço de reflexão e de partilha dos desafios que a vida de empreendedoras, enquanto mulheres, nos coloca.

Neste post, poderão ver algumas fotografias do making of do bordado. Espero que gostem!

Links úteis: site da Anita no Trabalho | Facebook da Anita no Trabalho 


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Hi everyone! I’m so sorry for the radio silence here.

Uh, funny that I describe it as “radio silence”, given that this whole post is about a podcast!

Yes, this is an announcement: my friend Eliana Soares and I launched a couple of weeks ago a new podcast called “Anita no Trabalho“. It is all in Portuguese, I’m afraid, but there is a good reason for it: there aren’t many spaces to reflect and share experiences about entrepreneurship for women in the Portuguese sphere, so we thought it was high time we created one.

If you speak Portuguese or know someone who does, please come listen and share our podcast with your networks. We truly appreciate it!

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And a note on the embroidered artwork: both Eliana and I thought that it would be a wonderful visual metaphor to embroider the logo, mixing elements of a woman entrepreneur’s life with a technique that is somewhat anachronistic and described as being “old-fashioned” and “for grannies”. Here are a few pictures of the process behind the final artwork. Hope you enjoy them!

Useful links: Anita no Trabalho’s website | Anita no Trabalho’s facebook page

Mending visibly with embroidery

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A few days ago, I was running late to my yoga class – a project for a new client had just landed on my desk and I was caught in a meeting with my partner. So when I left for yoga, I didn’t have the time I usually allow myself to get there on my calm pace: I had to run!

But at some point I felt something stopping me on my tracks. At first, I didn’t quite understand what had just happened to me. But then I realized my lovely, long, feels-like-a-warm-hug-sleeping-bag cardigan got caught in a parked car. I wanted to sob! This has been my go-to cardigan ever since I got it, and although it isn’t handmade, I love it almost as much as if it were.

Há uns dias, ia eu para a minha aula de yoga um pouco em cima da hora, senti um puxão no meu casaco. Não!! Tinha ficado preso num carro! Foi com absoluto horror que olhei para o meu casaco-que-mais-parece-um-saco-cama (de tão confortável que é) e vi que tinha um grande buraco lá no meio. Apeteceu-me chorar!

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Try the air Embroidery Club – free!

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An animated view of the making of our February 2016 project at the air Embroidery Club.

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Hi everyone, this week I decided to shake things up a bit here.

To be very transparent, I’ve been working hard to grow the air Embroidery Club. This is a project I truly, deeply believe in, because it not only challenges me to learn and create new things (and, hopefully, other members, too), it creates a lovely community where experiences and techniques are shared and new friendships are forged.

At its inception, I thought that the Club would be a good way to share with others what I’m passionate about: the power of creating beauty around you with your own hands; slowing down and carving time to be with one’s own thoughts; the enjoyment of the process and the gratification given by the final product. And mostly: taking care of yourself and your well-being through beauty and calm.

But now, two and half years later, I see that it’s so much more than that: it’s about sharing inspiration and experiences; it’s about feeling empowered to try new (to us) techniques, to connecting dots in a new way. It’s about meaningful connection in this online world.

Because I would like to share this with all of you, I want to invite you to join the air Embroidery Club free for the first month. At the end of the first month, you get to decide whether you join for six months (60€+VAT) or twelve months (100€+VAT) or not. How about that?

Start your free trial today.

P.S. Above you can see last February’s embroidery in the making.

*

Olá, olá! Esta semana trago-vos algo de diferente… deixem-me explicar. 🙂

Para ser transparente convosco, tenho feito grandes esforços no intuito de fazer crescer o Clube de Bordado air. Este é um projecto em que acredito, porque não só me leva a experimentar e aprender coisas novas (e aos outros membros, espero, também), como também cria uma comunidade onde a partilha de várias experiências e técnicas nos enriquece a todos.

No início, pensei que o Clube seria uma boa forma de partilhar as minhas paixões convosco, a saber: o poder de criar beleza à nossa volta, com as nossas próprias mãos; abrandar o ritmo frenético dos nossos dias para, com um bordado nas mãos, nos sentarmos com agulha, fio e os nossos pensamentos; a alegria do processo e a gratificação de chegar ao produto final. Mas sobretudo, o poder de cuidarmos do nosso bem-estar através de intencionalmente criar beleza e calma à nossa volta.

Dois anos e meio volvidos, noto que o Clube traz muito mais que isso: traz partilha de experiências, de técnicas e de conhecimentos; traz uma sensação de satisfação ao experimentarmos coisas que antes não pensávamos poder fazer, relacionando diferentes elementos de formas novas para nós. Mas, sobretudo, o Clube promove um ambiente de amizade entre os membros, unidos pela sua paixão comum.

Quero poder partilhar isto com todos vocês, e por isso faço aqui o convite para se juntarem ao Clube de Bordado air de forma gratuita durante o primeiro mês. No final do primeiro mês, poderá decidir se quer aderir durante seis meses (60€+IVA) ou doze meses (100€+IVA), ou não. Que tal?

Experimente o Clube de Bordado grátis no primeiro mês!

P.S. Acima, uma animação com o “making of” do bordado de Fevereiro passado.  

The “Lisbon Series”, a series of embroideries at the air Embroidery Club

Just now, in my neighborhood. #Lisbon #lisboa

Necessity is the mother of invention: I couldn't see through this fabric so this is what I came up with. Not the most convenient #embroidery choice but it appears to be working! #airembroideryclub #airembroideryecourse

This is what my #embroidery project for the #airembroideryclub looks like after stitching for a while. It's weird, but appears to be working.

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Who knew (I didn’t) that these sketches I’ve been filling my sketchbook with would become a series? I didn’t see it coming, but I’m glad I noticed a trend in my embroidery projects and decided to act on it.

Last January at the air Embroidery Club we stitched a sketch I made (and adapted for embroidery) just outside my studio. It’s not a fancy monument, or one of our beautiful city’s ex-libris. Quite the contrary: it’s a simple, everyday life scene, one depicting what makes living here such a pleasure. It was made right outside of my studio: we have a little square with a garden, two kiosks (I know, we’re spoiled!) with a few tables and chairs for people to have their “bica” (espresso) and read the paper. Read more

From sketch to embroidery: the process

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Earlier today, #asketchaday in #Lisboa

If there’s something I like seeing in an artist’s work is the behind the scenes process. I love seeing the making of a finished piece, because it not only adds layers of meaning to a finished piece, it also unveils the steps, the doubts, the leaps, from inception to finished object.

And because I love seeing the steps, I also share the steps behind my own projects. And here, today, you can see how a sketch I made will become March’s embroidery at the air Embroidery Club.

When I start thinking about a suitable design for the air Embroidery Club, I look for a story that can be told in a small area, that of the embroidery hoop. Not all sketches are suitable, as some of them tell only a small part of a story (maybe a tiny detail, too little to make sense in an embroidered piece). So I browse my sketchbooks looking for candidates.

This month, I picked a sketch I made a few weeks ago in a beautiful place near my studio, the Miradouro de São Pedro de Alcântara. From here you get to see a beautiful panorama of my city, with the castle and the river in the background. When I made the sketch, I quickly captured some visitors that came and went, and even a naughty pigeon who wanted to be part of the group.

When I start embroidering the sketch, I make decisions about which strokes are important and which are “noise” when it comes to embroidery. Some of the pen strokes that help understand the context of the scene become “noise” when embroidered. I remove those strokes to get a “cleaner” embroidery template.

I share the process, the doubts and the leaps over on my Instagram account. Until I get to the finished piece, which I photograph and add to the final pdf embroidery template active members of the air Embroidery Club receive.

The final embroidered pieces become different things: this one is being worked on a cushion cover from ikea I’m filling with embroidered sketches of Lisbon. It will become a Lisbon-themed cushion. (I have several embroidered pieces waiting to see the light of day, maybe being shown in an art show and sold to new, loving homes, but this one will become a one-off mosaic of Lisbon scenes.)

You can see the final piece when I finish it on Instagram , Facebook, or directly in your inbox on March 1, when you joing the air Embroidery Club.

*
Some useful info and links:

  • We have two new knitting workshop dates: February 27 (this Saturday) and March 5 (next Saturday). There are a few spots left so please join us if you are here in Lisbon. More info here.
  • I’ve been asked if there will be knitting workshops in week days: I’m more than happy to organize for groups of 4 people. Let me know in the comments or by e-mail.
  • I love sharing bits of my days over on Instagram and Facebook.
  • If you want to learn embroidery, sign up for my free embroidery e-course. If you wish to get a fresh embroidery template every month, and join a group of really nice and supportive people, join the air Embroidery Club today.

That’s all for today! Have a great weekend – and happy stitching!

*
Committing another #Lisbon sketch to fabric. #asketchaday

Se há coisa que gosto de ver no trabalho dos artistas é o “making of”, o processo por detrás do produto acabado. Gosto, mas gosto mesmo. Porque quando vemos o produto acabado, vemos uma coisa terminada. Intuímos o trabalho que ali está, mas sem certezas. Achamos que a versão final foi sempre linda e perfeita, imaculada. No fundo, concentramo-nos no objecto final, e não no processo que o viu nascer. E eu adoro o processo, isto porque passo tanto tempo no processo, que se não o amasse seria certamente mais infeliz.

É por isso que gosto de ir partilhando o percurso entre a génese de uma ideia e o objecto final. E aqui, hoje, mostro-vos o desenho inicial, que estou de momento a bordar e a preparar para ser o projecto de Março no Clube de Bordado air.

Quando penso num projecto para o Clube de Bordado, penso em algo que possa ser representado numa dimensão pequena, e que no fundo conte uma história dentro da área do bastidor. Nem todos os desenhos servem esse propósito. Daqui, vou espreitar os desenhos que tenho nos meus caderninhos, ver quais se poderiam adequar.

Este mês, fui buscar um desenho que fiz há umas semanas no miradouro de São Pedro de Alcântara, uma perspectiva da vista e dos visitantes que se foram acercando para a observar. Ao bordar, vou percebendo que elementos posso retirar do desenho: a verdade é que há vários traços que ajudam a contar uma história no desenho, mas que no bordado só adicionam “ruído”. Esses detalhes saem.

À medida que vou bordando, vou registando o processo e partilhando fotos, dúvidas e reflexões na minha conta no Instagram. Até que chegamos ao produto final, que fotografo para constar na receita de bordado, em pdf, que os membros activos do Clube recebem.

Quanto aos bordados finais, esses, têm fins diferentes. Este que aqui vêem está a ser feito numa fronha de almofada de sofá que comprei no ikea, que estou a encher de desenhos lisboetas. Em vez de ir parar a um tecido solto, que depois acaba por ficar guardado no armário (tenho tantos à espera de uma exposição, ou de serem vendidos para irem para novas casas), estas fronhas ficam sentadas no meu sofá, onde as posso ver todos os dias.

Quanto ao bordado final – vejam no Instagram, Facebook, ou juntem-se ao Clube de Bordado para receberem a respectiva receita, muitas mais fotos do processo e instruções passo-a-passo no próximo dia 1.

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Algumas informações úteis:

  • Temos duas novas datas de workshop de tricot: dias 27 de Fevereiro (depois de amanhã) e 5 de Março. Ainda há vagas! Mais informações e inscrições aqui.
  • Perguntaram-me por workshops de tricot durante a semana: até ao momento ainda não houve, mas poderá vir a haver. Se houver interesse, digam-me por favor nos comentários ou por e-mail.
  • Gosto muito de partilhar fotos dos bastidores dos trabalhos e do meu dia-a-dia no Instagram. Encontram-me aqui. Ou aqui, no Facebook.
  • Se quiserem aprender a bordar, podem fazê-lo no meu curso de bordado gratuito. Se quiserem receber uma receita de bordado por mês, todos os meses, e aderir a um grupo muito fofinho de gente que borda por esse mundo fora, façam-se membros do Clube.

E é tudo por hoje! Bom fim-de-semana para todos!

Climbing a volcano, conquering a dream, finishing a project

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making of air Embroidery Club Feb 2016 - 02

making of air Embroidery Club Feb 2016 - 04

A few days ago, I was waiting for a client’s response and had a few minutes for a pause. I grabbed the knitting I have in my studio – a pair of socks – and added a few more rows. Not much, really, but as I moved from one section of the sock to the next, I looked at what I had accomplished and felt a sense of wonder, and surprise. The sock was much longer than I remembered it to be, which was specially impressive given that I work on it only when I have a few moments to spare. Read more

No jornal Expresso

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A few weeks ago (last year?!), I was featured in an article that came out in Jornal Expresso’s magazine. For those of you who aren’t familiar with this newspaper, this is the most important national weekly, one that is regarded as being the source of good quality information, opinion and culture. This post could end right here – and maybe I should act all cool and professional about this! – but this was such an amazing experience I thought it would be fun to share more of how the interview was like for me. It was my first time being interviewed for a national newspaper, and it still feels very exciting today.

Back in August I was approached by a friend who put me in touch with a journalist who was looking for people who like sketching on the streets. The journalist was writing a guide of cool places to draw in both Lisbon and Porto, and – of course! – I said I’d be delighted to talk to her.

We fixed an appointment and got together just outside my studio, in a garden filled with old trees. It was a beautiful summer morning, just perfect to be out on the street, sketching. When the photographer arrived, they asked if I could choose a spot and start sketching, and the photographer took lots of pictures while I was standing, sketching, holding sketchbook just so so that he could capture both the view and the sketch. It was a lot of fun, but let me tell you – I now have a newfound appreciation for photographic models!

When the sketch was ready and the photographer had all the pictures he would need, the journalist, Katya, and I started a conversation. I know it was an interview and of course Katya wanted to gather information for the article she was writing, but I have to tell you that she was so nice and easy going that it felt much more like a conversation with a friend than an interview for an article running on a national newspaper.

In the end, the images featured were not of the sketch I made. But all in all this was a lovely morning and a wonderful experience for me. How exciting is it to be mentioned in a national newspaper? Very exciting, I have to say!

(Read the article in Portuguese: cover, page 1, page 2.)

The sketch I made for this interview, pictured above, became a project for the air Embroidery ClubLearn more and join here.

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Há umas semanas atrás (hmmm… no ano passado, já?), o meu trabalho foi mencionado num artigo na revista E do jornal Expresso. Este post poderia ficar por aqui – e se calhar até deveria manter uma pose algo distante e muito profissional, mas a verdade é que foi uma experiência tão gira que achei que seria interessante partilhá-la aqui. Foi a primeira vez que o meu trabalho foi mencionado num jornal tão importante, e como tal ainda hoje fico muito contente de cada vez que penso nisso.

No Verão passado, em Agosto, fui abordada por um amigo que me pôs em contacto com uma jornalista, a Katya Delimbeuf, que estava a escrever um roteiro de desenho, em Lisboa e no Porto, para a revista do Expresso. Perguntaram-me se estaria disponível para conversar e desenhar – e claro que estava! Combinámos encontro aqui na praça mesmo em frente ao atelier e foi numa manhã de verão que nos encontrámos. Quando o fotógrafo chegou, pediram-me que desenhasse uma vista à minha escolha, e eu assim fiz. O fotógrafo captou então algumas imagens, pedindo-me alguma “ajuda” para conseguir fazer composições em que aparecessem a vista e o desenho da vista, no meu caderno. Foi uma experiência nova e muito gira para mim, que me fez ganhar uma nova apreciação por quem trabalha como modelo fotográfico (não é fácil!).

Quando o desenho ficou pronto e o fotógrafo entendeu que tinha todo o material de que precisava, passámos então à entrevista. Bem sei que a Katya precisava de recolher informação para escrever o seu artigo, mas pôs-me tão à vontade que mais pareceu uma conversa entre amigas!

No artigo final, as fotografias não são dos meus desenhos, mas ainda assim esta foi uma experiência muito gira! Oxalá se repita…

(Ler o artigo: capa, primeira página, segunda página.)

O desenho que fiz para esta entrevista, no topo, transformou-se em bordado para o Clube de Bordado air. Para saber mais e aderir, clique aqui.

It’s like command-Z, but analog

Can't find my 7 inch hoop and am working with a smaller one on this. The view of #Lisbon from my studio is slowly appearing :) come learn to embroider with my free e-course: http://www.airdesignstudio.com/embroidery-e-course/Now I really need that 7 inch hoop... I need to stretch this and see how it will evolve. #embroidery project for next month's #airembroideryclub

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The last few weeks have been full of embroidery around me. After launching the air embroidery e-course, I’ve been getting responses from many of you, and that has been wonderful (for me, meeting new people, even if only through email, is the best part of my work!). Then I’ve been stitching a few other projects, plus stitching – and testing, testing, testing – the air Embroidery Club‘s November project. That’s the thing about embroidery: you can test, test, test, but if it doesn’t suit you, you can rip the stitches off the fabric. It’s a bit like a command-Z thing, only very analog.

In a culture where everything, from communication to entertainment, has to happen fast, I love sitting down and getting down to stitching, one of my favorite ways of slowing down my rhythm and my own inner clock. My muscles relax, my concentration is high, my mind – like Sheldon Cooper would say – is in “the zone”. (Side note: I’m a  huge fan of The Big Bang Theory!)

Speaking of testing, of trial and error, in these pictures you can see one of my tests: I filled the pavement with long stitches – only to remove them later, as they just didn’t look right to me. Oh, and you know what I just realized this exact minute? I forgot to embroider a part of the bridge, one part that makes it most recognizable, one part that was very, very important… Can you spot it?

Join the air Embroidery Club to stitch this design with us. Or, if you’re just starting and want to dip your toes, register for the free, fun and fantastic air embroidery e-course here.

Thank you for your support and please consider joining the air Embroidery Club – or sending it as a gift to a loved one. It’s through your support that I can continue to make embroidered art.

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The sketch this #embroidery is based on was made on a beautiful, shiny, summer day. Very unlike the weather now. It's November's #airembroideryclub project. If you wish to learn how to embroider for free, visit http://www.airdesignstudio.com/embroidery-e-This bridge is missing something... #Lisboa #Lisbon #embroidery #airembroideryclub #urbansketchers

Not anymore! Can you see what was missing? #urbansketchers #Lisboa #Lisbon #igerslisboa #igersportugal #airembroideryclub

Estas últimas semanas têm sido uma loucura bordada à minha volta. Depois do lançamento do curso de bordado gratuito, tenho estado a receber respostas vossas, o que é muito bom! (Se há algo de que realmente gosto no meu trabalho é de conhecer pessoas novas, mesmo que seja através de email). Tenho também estado a bordar outros projectos, entre eles o bordado de Novembro do Clube de Bordado air. O bordado de Novembro tem sido palco de inúmeros testes; e a coisa boa é que o bordado é muito permissivo, pois na maioria das vezes dá para experimentar e desfazer, se assim se desejar. É um pouco como o “ctrl-Z”, mas em versão analógica.

Num contexto em que tudo, tudo!, tem de ser rápido, desde a comunicação até ao entretenimento, adoro sentar-me e pôr-me a bordar, ou a tricotar, sentir o ritmo cardíaco a baixar e os músculos a relaxar. A concentração sobe e a minha mente, tal como diria o Sheldon Cooper do Big Bang Theory, fica “na zona”.

E por falar em experimentação e em tentativa e erro, nestas imagens dá para ver um dos meus testes: preenchi o pavimento com alguns alinhavos, mas depois achei que preferia não os ter lá e… já foram! Oh, e sabem o que acabei de perceber neste instante? Que me esqueci de bordar uma parte importantíssima da ponte sobre o Tejo! Quem encontra a diferença?

Para bordar este desenho já a partir de Domingo, junte-se hoje mesmo ao Clube de Bordado. Se não souber bordar e quiser aprender, pode fazê-lo no meu curso de bordado, que é gratuito! As inscrições fazem-se aqui.

Obrigada pelo apoio! Espero que considere aderir ao Clube de Bordado, ou então oferecê-lo a alguém que goste. É graças ao apoio dos membros que posso continuar a fazer ilustrações bordadas.

Behind the scenes

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Last weekend my legs shook considerably, as the time to video shoot the free, fun and fantastic air embroidery e-course arrived. I’m very camera-shy and have always been quite protective of posting pictures of myself online, so you can imagine how much of a challenge stepping in front of the camera is for me. But I did it, ignoring the little voices in my head who commented on my accent, on my intonation, on those crazy facial expressions we all make when we talk. And I tried my best to be myself and to focus on the passion that I do have for embroidery in particular and craft in general.

I created this free course because I love the way I feel when I’m embroidering, and I want to share that with everyone. There are many pleasures in seeing a sketch that once was just that – a sketch – become a piece of art you can frame and hang on a wall. It gives me a great sense of accomplishment.

But I think that even more than the sense of accomplishment I feel is that I really enjoy myself when I make the time, be it a few minutes or a long hour, to be focused on one thing only, and seeing my hands moving almost by themselves. My mind wanders away while, paradoxically, it stays put and focused on what I’m doing. It’s in this meditative state that I often find solutions to problems in other areas of my life.

So if you’ve been thinking about learning to embroider, come register for the free training right here and you’ll be able to start as soon as it is live.

Hope to see you over there!

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https://www.flickr.com/photos/airdesignstudio/21467121588/in/dateposted-public/“>This week I've been editing the video lessons of the #embroidery e-course I'm preparing to launch at the end of the month. Registrations are open at http://www.airdesignstudio.com/embroidery-e-course/ #airembroideryclub

No fim-de-semana passado as minhas pernas não pararam de tremer (pelo menos metaforicamente) enquanto não terminei as gravações das lições do curso de bordado air. A verdade é que tenho muito pudor de me pôr em frente da câmara e tenho sempre tido bastante cuidado no que toca a publicar retratos meus online. Por isso, podem imaginar o desafio que foi não só colocar-me à frente da lente como, ainda por cima, conversar! Em inglês! Enquanto revia os vídeos tentei ignorar as vozes na minha cabeça que criticavam a minha roupa, o meu penteado, o meu sotaque, as minhas expressões faciais. E tentei focar-me ao máximo na paixão que tenho pelo bordado em particular e pelos crafts em geral.

Criei este curso gratuito de bordado porque adoro a forma como me sinto quando estou a bordar, e quero ter o prazer de partilhar isso com toda a gente que quiser aprender. A sensação de transformar um esboço num bordado que podemos pendurar na parede é maravilhosa, de realização pessoal.

Mas mais ainda que essa sensação de realização é a calma que sinto enquanto bordo, quando faço tempo para bordar, sejam uns minutos ou uma longa hora. Concentro-me nos pontos e vejo as minhas mãos a mexerem-se, sozinhas. A minha mente escapa-se, ao mesmo tempo que, paradoxalmente, se mantém concentrada na tarefa em mãos. E é neste estado meditativo que, muitas vezes, me surgem soluções para muitos dos problemas que tenho noutras áreas da minha vida.

Por isso, se tem vontade de aprender a bordar, inscreva-se já no curso gratuito de bordado e poderá começar a aprender assim que o curso for lançado (fim de Setembro, início de Outubro).

Espero-vos lá!

Behind the scenes

Uh-oh...

Uh oh... #embroidery #mishaps
 

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Hello, hello!

A short update on the fundraiser in memory of our son Daniel: we have hit – and smashed! – our goal of reaching 2000€, so we are now aiming at 3000€. Thank you, thank you for donating and sharing the link! Please keep doing it so that more people can see it! Copy and paste http://www.airdesignstudio.com/daniel in an email, tweet, or your next facebook status update. Thank you!

Today I want to give you a peek behind the scenes of next month’s air Embroidery Club project.

As you may know, over at the Embroidery Club I send a different embroidery template to the members. So every month, when I’m preparing the following month’s project, I strive to suggest something different, incorporating a new stitch or a new technique. We have covered a lot of ground since we started, and let me tell you that I have learned a LOT since starting, not only because of the research and experimentation that goes into each project, but mostly because of all the feedback and input from the lovely members (thank you!!).

This month, my experiment is to embroider on a real garment, one that I own. I’ve had this idea for a long time but had a lack of courage to put it into action. What if it doesn’t look good? What if I ruin a otherwise perfectly looking piece of clothing? You know how the little voice goes.

This time, though, I tore this pink colored, linen tunic while putting it on. It was a big tear, impossible to conceal; but it was also a clean one, on one sleeve, so I could use up the rest of the fabric sometime, someday, who knows. So I diligently put it away.

Fast forward to a few weeks ago, when I was starting to plan June’s air Embroidery Club project, and was rummaging my supplies closet. I saw this pink linen and thought about cutting up the fabric, but then it hit me: I could embroider a garment – and use it!

The embroidery is based on my delicate flowers pattern, one that I designed a few years ago, and it is almost done. There is still a bit of sewing (or seam ripping…?) to have a wearable tunic, but I’m happy how everything is turning out. I used backstitch on the stem (I could have used stem stitch, right?), chain stitch on the petals and a little french knot on the center of each flower. I can’t wait to finish it and… wear it? Wear it! A new-old garment!

Thinking that embellishing and altering some neglected pieces in your wardrobe may be fun? Join the air Embroidery Club and share the fun!

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There's a new post over on the blog. My heartfelt thank you to all of you who are helping with our fundraiser in memory of our son. I'm using #embroidery to calm me down and bring focus. #airembroideryclub

Olá, olá!

Antes de mais, uma actualização em relação à campanha de angariação de fundos em memória do nosso bebé Daniel: em apenas cinco dias alcançámos (e ultrapassámos!) o nosso objectivo de 2000€, por isso agora colocámos uma nova meta de 3000€. Obrigada, obrigada a todos pelo vosso apoio! Por favor continuem a partilhar o link: basta copiar e colar http://www.airdesignstudio.com/daniel num email para os vossos amigos, num tweet ou no vosso próximo post no facebook. Quanto mais gente puder ver e doar dinheiro, mais crianças vamos poder ajudar, através da Operação Nariz Vermelho. Obrigada!

Feita a actualização, hoje quero mostrar um pouco do processo por trás do projecto de Junho do Clube de Bordado air.

Talvez já saibam que no início de cada mês os membros do Clube recebem uma receita de bordado diferente. Por isso, sempre que preparo a receita do mês seguinte, procuro incorporar alguma novidade, seja um ponto diferente, seja uma técnica nova. Desde o início do Clube que já percorremos um longo caminho, não só graças a toda a pesquisa, mas sobretudo por tudo o que os diferentes membros me ensinam! Obrigada!

Este mês, a experiência, para mim, é bordar uma peça de roupa. Esta era uma ideia que já tinha há muito tempo, mas que sempre tive medo de pôr em prática: e se sai mal e acabo por estragar a roupa? A vozinha fininha e venenosa que vive dentro da minha cabeça tenta sempre fazer-se ouvir.

Desta vez, aconteceu-me encontrar no meu armário de tecidos uma túnica de linho cor de rosa, que usei verões e verões a fio, até que um dia do verão passado ouvi um “craaaaac” ao vesti-la. Fiz-lhe um rasgão enorme na zona da axila! Já não dava para usar, nem para dar, então foi diligentemente arrumada para um dia (de simultâneos eclipses solar e lunar) usar o tecido para fazer qualquer coisa.

Pois bem, há umas semanas atrás andava eu à procura de um tecido adequado para fazer este bordado quando me deparei com esta túnica. O meu primeiro pensamento foi cortá-la, e só depois percebi que a poderia bordar, cortar as mangas e obter uma peça de roupa nova-velha! (Ou velha-nova?) Foi o meu momento lampadinha em cima da cabeça, não gozem, não?

Se estiver a pensar em “novificar” roupa antiga, junte-se hoje mesmo ao Clube de Bordado air e partilhe connosco as suas aventuras.

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Learning by doing

#embroidery in progress: a preview of the #airembroideryclub April project. Metallic floss is tricky to use but I'm loving the way it looks.

I’ve been working on April’s project for the air Embroidery Club. This time around, I wanted to go back to the metallic floss I had bought for the December project, the holiday wreath. Back in December, I can’t say that I loved the experience of working with that floss. Actually, I hated it.

This month, though, I wanted to try it again. I started using one of the metallics on a personal project I’m developing (if you follow me on Instagram, you probably saw some pictures), and thought that the April Embroidery Club’s project would be a great way to experiment with it, too.

I was used to working with Cotton Perlé number 8, a really nice embroidery thread that gives a defined look to any embroidery. It’s very much like using a pen (on paper), so it was my obvious choice when transitioning to “drawing” on fabric. It comes in little balls, it doesn’t split, you work with it as is. It comes in many, many colors, so color lovers out there can imagine how happy I am when I enter a haberdashery and see shelves organized by color. My kind of happy place!

The metallics are a very different kind of floss, though. They come in little hanks and once I pulled the end of the floss, it immediately started splitting into six different threads. And because they are made of a man made fiber covering another fiber, they quickly become frayed with use, splitting even more.

So there are many adaptations to make in the way I embroider with metallics, one of them being cutting shorter lengths of floss each time I need to “restock” my needle. I also googled tips and some were useful, some were knot. (sorry, I couldn’t resist!)

This made me think how important the materials are when working, and how different materials condition the way we work. Different materials force us to adapt and use them in a different way. A cotton thread will never be the same as a mettalic floss, so the technique must reflect that difference, too.

This is a process for me, where I still don’t have a lot of answers to share with you. But this researching, this trial and error, this learning by doing make it all the more fun.

If you want to join the fun and learn by doing, sign up for the Embroidery Club today and receive this pattern in your inbox on April 1st. We have a really supportive facebook group where everyone shares knowledge and questions, and strangers become friends. We’re waiting for you!

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This will be my first time using metallic #embroidery floss. Coming soon to the #airembroideryclub.

Tenho estado a trabalhar no projecto de Abril para o nosso Clube de Bordado air. Este mês, quis voltar a trabalhar com os fios metálicos que comprei para o projecto de Dezembro, a coroa de Natal. Em Dezembro, não posso dizer que tenha adorado trabalhar com estes fios metálicos. Pelo contrário: detestei.

Este mês, contudo, quis experimentar outra vez. Retomei a minha relação com os metálicos num projecto pessoal que estou a desenvolver (já partilhei algumas fotos no Instagram), e pensei que o projecto de Abril do Clube de Bordado poderia ser uma boa forma de fazer as pazes com eles.

A verdade é que estava habituada a trabalhar de forma quase exclusiva com os fios Cotton Perlé número 8, um fio que confere uma grande definição ao ponto, um pouco como uma caneta de ponta fina confere definição ao traço no papel. Daí que essa tenha sido a minha primeira escolha quando fiz a transição do desenho no papel para o “desenho” bordado em tecido. Este fio é vendido em pequenos novelos, não se desfia (só ligeiramente na ponta que não vai ser usada), e pode ser usado tal como sai do novelo, sem qualquer preparativo. Vem numa miríade de cores, e acho que podem imaginar a minha alegria quando entro num retroseiro e olho para as estantes com os novelitos organizados por cores. É uma versão do paraíso, para mim! 🙂

Os metálicos são um fio muito diferente. Vêm em pequenas meadas e assim que se puxa pela pontinha do fio, ele começa logo a separar-se em seis fios mais finos. E porque são feitos de uma fibra artificial que cobre outra fibra, desfiam rapidamente quando se está a bordar.

A diferente natureza destes fios obriga-me a fazer adaptações na forma como bordo com os metálicos, sendo uma delas a de cortar porções de fio mais curtas do que cortaria se do Cotton Perlé se tratasse. Para aprender, também usei os recursos desta fantástica internet e pesquisei dicas para bordar com fios metálicos. Algumas foram muito úteis, outras nem por isso. Suponho que cada pessoa tenha a sua forma óptima de trabalhar, ditada pelas suas próprias contingências e gostos.

Todo este processo me tem feito reflectir sobre a importância da escolha dos materiais na forma de trabalhar, e como diferentes materiais condicionam os métodos de trabalho. Os materiais obrigam-nos a adaptar-nos às suas características de forma a usá-los da forma que mais os optimiza. Um fio de algodão mercerizado nunca será igual a um fio metálico, pelo que a técnica de bordado tem forçosamente de ser diferente.

Esta é uma aprendizagem valiosa para mim, que ainda decorre (e sempre decorrerá, imagino eu). Ainda não tenho muitas respostas para partilhar convosco, mas esta pesquisa, este processo de tentativa e erro, esta aprendizagem prática são um caminho que eu considero muito rico e ainda mais divertido.

Se quiser aprender fazendo, inscreva-se no Clube de Bordado hoje mesmo e receba esta receita na sua caixa de correio electrónico no dia 1 de Abril. Temos um grupo muito simpático no facebook onde todos partilhamos dúvidas, aprendizagens e experiências e estranhos se tornam amigos. Estamos à sua espera!

October’s zine in progress

making-of-airing-from-lisbon

October marks the seventh month-versary of our move back to Lisbon. It’s hard to think back objectively on the time that has passed: was it long ago? Or yesterday? It feels like it was yesterday, on the one hand; but, then again, so many things happened.

We traveled in March, received our sea-shipped furniture in May, felt at home in August. It’s October, Autumn is here; I’m now feeling the desire to cozy up indoors with my knitting needles – or pencil and paper! – and just enjoy work with a cup of tea.

Last week I showed you my studio and today I’m sharing a bit of the process of working on my zine.

I usually start by folding a sheet of paper in four, just like the zine. I jot down some ideas and start to write and distribute copy on the different “pages” to set pace and tone. Then I imagine what I’d like to use as illustration and start sketching!

When I’m happy with the sketch, I grab my favorite pen – or brush – and start inking.

This is where I am today as I’m writing to you. I’m documenting the process over on Instagram. You can check out my feedair_billy is my username – or search the hashtag #airingfromlisbon.

One of the changes I implemented over the summer was to change the accessibility of the zine. Although it is still free, current issues are only available to email subscribers.  It is thanks to you and your help spreading the word that I can keep illustrating, embroidering and knitting.

Speaking of which, tomorrow we will be meeting here in the studio for the first knitting workshop. I’m planning to add a new date for November. Want to join us? Let me know!

Have a great weekend!

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Outubro marca o sétimo mesiversário da nossa mudança para Lisboa. É difícil pensar de forma objectiva sobre o tempo que passou: passou rápido? Depressa? Por um lado, parece que chegámos ontem mesmo; por outro, aconteceram tantas coisas entretanto…

Chegámos em Março, recebemos a mudança, que veio por mar, em Maio. Em Agosto sentimo-nos finalmente em casa. Agora que o Outono chegou a Lisboa, sinto vontade de voltar para o interior, beber um chá e sentar-me a desenhar, bordar ou tricotar.

Há dias mostrei-vos um pouco do meu atelier; hoje mostro-vos um pouco do meu trabalho. De momento, estou a trabalhar na edição de Outubro da minha zine, “airing from Lisbon”. Normalmente começo por dobrar uma folha em quatro, tal como a zine se apresenta, e anoto ideias. Vou mudando o texto de umas “páginas” para as outras até chegar à versão que mais me agrada, e depois passo aos esboços.

O passo seguinte é fazer a ilustração numa folha nova, primeiro a lápis e depois – como vêem acima – a caneta.

E é neste ponto que me encontro actualmente. Se quiserem acompanhar o processo, estou a documentá-lo com mais detalhe no Instagram: air_billy é o meu nome e estas imagens estão todas identificadas com a hashtag #airingfromlisbon.

Uma das mudanças implementadas durante o Verão foi no que diz respeito à acessibilidade da zine. Apesar de ser ainda gratuita, só está acessível aos leitores da newsletter. Se ainda não assina, basta clicar aqui! É graças ao vosso apoio que eu posso continuar a fazer o que gosto: ilustrações, bordado e tricot.

Por falar em tricot, amanhã é o nosso workshop! Em breve haverá nova data para Novembro – quem quer vir?

Bom fim-de-semana!