Category: e-course

Regresso à “escola”

It's taking shape. #knitting for little ones is fun and gratifying because the reward comes with far less stitches compared to knitting for adults. Happy Sunday!

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Desde há umas semanas que me despeço de manhã da minha filhota com a explicação de que “a mãe vai para a escola”. Na verdade, não se chama escola, nem são aulas, não sou estudante nem faço parte de uma turma; vou antes à formação, assisto a sessões, sou formanda e pertenço a um grupo. As diferenças existem, sim, mas para mim – que há muito não me sentava a aprender num ambiente mais formal (ainda que não seja académico) – existe um paralelismo. E estou muito satisfeita por estar a aprender tantas coisas novas.

Estou a fazer o curso de formação pedagógica inicial, também conhecido por curso de formação de formadores. Andava com vontade de aprender mais sobre as técnicas de ensinar a adultos, para as poder aplicar aos cursos e workshops que dou e poder melhorá-los. Queria aprender a dar-lhes mais estrutura, a escolher as partes mais interessantes da narrativa, ganhar mais técnicas didácticas. E é precisamente isso que temos estado a trabalhar, num ambiente muito bom, com um grupo muito heterogéneo. Estou a adorar a experiência.

E perdoem-me por estar já de olhos postos no Outono! É que já estou a planear todas as alterações que pretendo fazer aos workshops de tricot! E já estou a planear workshops de bordado, e provavelmente também de desenho. Por isso vos pergunto: que mais gostariam vocês de aprender, presencialmente e também online? Contem-me tudo! Deixem um comentário, mandem-me um mail, falem-me no facebook, como preferirem. Obrigada!

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P.S. Está no ar o terceiro episódio da Anita no Trabalho!

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Ready to start a new design for the #airembroideryclub's June project. Join now or learn to embroider on my website http://www.airdesignstudio.com

It’s now been a few days that I tell my baby, “have a great day, sweetie, mommy is going to school”. It’s not technically school: I’m studying to become a certified trainer. I’m learning a lot, so much so that my head is full of ideas on how to better design my courses and workshops.

I know most of us can only think of the season ahead of us, of summer and relaxing in the sun. I, however, am thinking about the changes and improvements I want to make to the knitting workshops I already host and to the embroidery e-course I already have. I’m developing more modules and thinking about how I can apply the strategies and techniques I’m learning to better teach my students – and am looking forward to sharing these new, enhanced courses and workshops next Autumn with you.

So, tell me: what would you like to learn next? Either here or online? Let me know via comments, email, facebook messages, so that I can offer what you need. Thank you!

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From sketch to embroidery: the process

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Earlier today, #asketchaday in #Lisboa

If there’s something I like seeing in an artist’s work is the behind the scenes process. I love seeing the making of a finished piece, because it not only adds layers of meaning to a finished piece, it also unveils the steps, the doubts, the leaps, from inception to finished object.

And because I love seeing the steps, I also share the steps behind my own projects. And here, today, you can see how a sketch I made will become March’s embroidery at the air Embroidery Club.

When I start thinking about a suitable design for the air Embroidery Club, I look for a story that can be told in a small area, that of the embroidery hoop. Not all sketches are suitable, as some of them tell only a small part of a story (maybe a tiny detail, too little to make sense in an embroidered piece). So I browse my sketchbooks looking for candidates.

This month, I picked a sketch I made a few weeks ago in a beautiful place near my studio, the Miradouro de São Pedro de Alcântara. From here you get to see a beautiful panorama of my city, with the castle and the river in the background. When I made the sketch, I quickly captured some visitors that came and went, and even a naughty pigeon who wanted to be part of the group.

When I start embroidering the sketch, I make decisions about which strokes are important and which are “noise” when it comes to embroidery. Some of the pen strokes that help understand the context of the scene become “noise” when embroidered. I remove those strokes to get a “cleaner” embroidery template.

I share the process, the doubts and the leaps over on my Instagram account. Until I get to the finished piece, which I photograph and add to the final pdf embroidery template active members of the air Embroidery Club receive.

The final embroidered pieces become different things: this one is being worked on a cushion cover from ikea I’m filling with embroidered sketches of Lisbon. It will become a Lisbon-themed cushion. (I have several embroidered pieces waiting to see the light of day, maybe being shown in an art show and sold to new, loving homes, but this one will become a one-off mosaic of Lisbon scenes.)

You can see the final piece when I finish it on Instagram , Facebook, or directly in your inbox on March 1, when you joing the air Embroidery Club.

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Some useful info and links:

  • We have two new knitting workshop dates: February 27 (this Saturday) and March 5 (next Saturday). There are a few spots left so please join us if you are here in Lisbon. More info here.
  • I’ve been asked if there will be knitting workshops in week days: I’m more than happy to organize for groups of 4 people. Let me know in the comments or by e-mail.
  • I love sharing bits of my days over on Instagram and Facebook.
  • If you want to learn embroidery, sign up for my free embroidery e-course. If you wish to get a fresh embroidery template every month, and join a group of really nice and supportive people, join the air Embroidery Club today.

That’s all for today! Have a great weekend – and happy stitching!

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Committing another #Lisbon sketch to fabric. #asketchaday

Se há coisa que gosto de ver no trabalho dos artistas é o “making of”, o processo por detrás do produto acabado. Gosto, mas gosto mesmo. Porque quando vemos o produto acabado, vemos uma coisa terminada. Intuímos o trabalho que ali está, mas sem certezas. Achamos que a versão final foi sempre linda e perfeita, imaculada. No fundo, concentramo-nos no objecto final, e não no processo que o viu nascer. E eu adoro o processo, isto porque passo tanto tempo no processo, que se não o amasse seria certamente mais infeliz.

É por isso que gosto de ir partilhando o percurso entre a génese de uma ideia e o objecto final. E aqui, hoje, mostro-vos o desenho inicial, que estou de momento a bordar e a preparar para ser o projecto de Março no Clube de Bordado air.

Quando penso num projecto para o Clube de Bordado, penso em algo que possa ser representado numa dimensão pequena, e que no fundo conte uma história dentro da área do bastidor. Nem todos os desenhos servem esse propósito. Daqui, vou espreitar os desenhos que tenho nos meus caderninhos, ver quais se poderiam adequar.

Este mês, fui buscar um desenho que fiz há umas semanas no miradouro de São Pedro de Alcântara, uma perspectiva da vista e dos visitantes que se foram acercando para a observar. Ao bordar, vou percebendo que elementos posso retirar do desenho: a verdade é que há vários traços que ajudam a contar uma história no desenho, mas que no bordado só adicionam “ruído”. Esses detalhes saem.

À medida que vou bordando, vou registando o processo e partilhando fotos, dúvidas e reflexões na minha conta no Instagram. Até que chegamos ao produto final, que fotografo para constar na receita de bordado, em pdf, que os membros activos do Clube recebem.

Quanto aos bordados finais, esses, têm fins diferentes. Este que aqui vêem está a ser feito numa fronha de almofada de sofá que comprei no ikea, que estou a encher de desenhos lisboetas. Em vez de ir parar a um tecido solto, que depois acaba por ficar guardado no armário (tenho tantos à espera de uma exposição, ou de serem vendidos para irem para novas casas), estas fronhas ficam sentadas no meu sofá, onde as posso ver todos os dias.

Quanto ao bordado final – vejam no Instagram, Facebook, ou juntem-se ao Clube de Bordado para receberem a respectiva receita, muitas mais fotos do processo e instruções passo-a-passo no próximo dia 1.

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Algumas informações úteis:

  • Temos duas novas datas de workshop de tricot: dias 27 de Fevereiro (depois de amanhã) e 5 de Março. Ainda há vagas! Mais informações e inscrições aqui.
  • Perguntaram-me por workshops de tricot durante a semana: até ao momento ainda não houve, mas poderá vir a haver. Se houver interesse, digam-me por favor nos comentários ou por e-mail.
  • Gosto muito de partilhar fotos dos bastidores dos trabalhos e do meu dia-a-dia no Instagram. Encontram-me aqui. Ou aqui, no Facebook.
  • Se quiserem aprender a bordar, podem fazê-lo no meu curso de bordado gratuito. Se quiserem receber uma receita de bordado por mês, todos os meses, e aderir a um grupo muito fofinho de gente que borda por esse mundo fora, façam-se membros do Clube.

E é tudo por hoje! Bom fim-de-semana para todos!

Climbing a volcano, conquering a dream, finishing a project

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making of air Embroidery Club Feb 2016 - 02

making of air Embroidery Club Feb 2016 - 04

A few days ago, I was waiting for a client’s response and had a few minutes for a pause. I grabbed the knitting I have in my studio – a pair of socks – and added a few more rows. Not much, really, but as I moved from one section of the sock to the next, I looked at what I had accomplished and felt a sense of wonder, and surprise. The sock was much longer than I remembered it to be, which was specially impressive given that I work on it only when I have a few moments to spare. Read more

Not starting: the biggest obstacle to achieving your dreams

Starting this one with a tiny detail. Will appear September 1st in #airembroideryclub members' inboxes.

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Picture this: you are now thinking of how you’d like to feel instead of how you are feeling right now. Maybe you’d like to be soaking up the sun at the beach, or maybe traveling to a distant country. Maybe, like me, you are imagining that embroidery project you wish you were doing, but are not. Because you don’t have time, or space, lack the supplies or the skills to do it.

My experience is this: the biggest obstacle to not being where you wish you were – be it that city you always wished to visit, learning that foreign language you wished you knew, or finishing that embroidery project you wished to conclude – is not starting. I’ll say it again: not starting is the biggest, tallest hurdle we need to overcome to get to our objective, whatever that is.

Sure, there are many obstacles along the way, but not starting is the biggest, because it pins you down to where you are right now, welding your feet solid to the ground. And the longer you wait, the harder it gets.

It sounds simple, and it is: starting is the most important step towards accomplishing your goals. Sure, then you have to keep going, but I have found that once you are going and start to see the results, you generate enough momentum to keep you going.

Think of a supermarket cart: when you are still and want to start moving around, pushing it in front of you, you have to give it an extra push. As soon as it is moving, you don’t need to push as hard, you just need to steer it.

Embroidery, like so many things that are good for us, is very much like that: you think it is hard, you don’t have time, you don’t have the supplies at home, you don’t have the skills. In short, you don’t start.

But it doesn’t have to be like this. You can start, because it’s not hard, you can make the time for it, maybe you don’t have all the supplies, but I’m sure you have some (and the others are easy to get).

As for the skills, I have great news! Drumroll please…

I am happy to share with you that I am preparing the answer for this! I am now working on a video embroidery course. It comprises five short and easy to follow lessons you can take at your own rhythm. You will be sent an email per day during this course, and you can watch each video and take each lesson at your own pace. It will be available in the Fall, but you can sign up for it right now and be the first to start taking it the moment it comes live.

 

I want to learn to embroider!

 

I am super excited about this! And so happy I can make it happen completely free for you. Sign up here and start learning to embroider as soon as the course goes live.

(Hey, a little reminder: air Embroidery Club prices will go up on September 1st, so if you like to embroider and want to join a great, supportive community of newfound friends, join today to enjoy these great prices.)

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A doorway in #cascoviejo, #panama, will become #airembroideryclub's September project.

Imagine só: em vez de estar onde está, estava na praia, a apanhar sol. Ou então a visitar aquela cidade que há muito deseja conhecer. Ou, se for como eu, a imaginar aquele projecto de bordado que tanto deseja fazer, mas ainda não fez. Porque não tem tempo, falta-lhe espaço, não tem os materiais e o que sabe de bordado não chega.

A minha experiência é que o maior obstáculo que se coloca entre o ponto onde estamos e aquele em que gostaríamos de estar é, simplesmente, não começar. Imagine que gostaria de aprender uma língua estrangeira nova, ou visitar aquele país exótico. O maior obstáculo é não começar a viagem que lhe permite lá chegar, um passo de cada vez. Vou repetir: o maior obstáculo a alcançar os seus objectivos é não começar.

Claro que há sempre muitos obstáculos no caminho, mas nenhum deles é tão impeditivo do sucesso como o primeiro e maior deles, que é nem sequer começar. Porque não começar significa soldar os pés ao ponto em que estamos, e com os pés presos qualquer obstáculo se torna intransponível. Quanto mais espera para começar, mais difícil se torna.

Parece simples, e é: começar, dar o primeiro passo, encetar caminho é a etapa mais importante para atingir os nossos objectivos, sejam eles quais forem. Uma vez que estamos em movimento e se começam a ver os resultados, torna-se mais fácil continuar. É como quando estamos no supermercado e temos de empurrar o carrinho: para iniciar o movimento, temos de imprimir mais força; uma vez que já está em movimento, basta-nos continuar.

O bordado, tal como tantas outras coisas que nos fazem bem, também é assim: parece complicado, demorar demasiado tempo, requerer materiais difíceis de encontrar, talvez, quem sabe, noutro dia? Resumindo, acabamos por nunca começar.

Mas não tem de ser assim. Pode começar a bordar, porque não é complicado e vai conseguir encontrar tempo na sua agenda. Talvez não tenha todos os materiais, mas agulhas não hão-de ser difíceis de encontrar. Quanto às suas capacidades? Aos seus conhecimentos de bordado? Quanto a isso tenho novidades…

(Entra o rufar dos tambores…)

Senhoras e senhores, meninos e meninas! Estou muito contente por poder anunciar que estou a trabalhar num mini-curso de bordado em vídeo que cada um de vós poderá frequentar, de forma completamente gratuita, na serenidade dos vossos lares. Basta para isso terem acesso à internet e vontade de aprender!

As cinco lições serão dadas em vídeos breves e muito claros, e serão acompanhadas de instruções passo-a-passo. Cada lição pode ser vista as vezes que desejar, quando desejar!

O curso gratuito ainda não está disponível, mas basta inscrever-se aqui para o começar a fazer assim que estiver disponível.

 

Quero aprender a bordar!

 

Estou muito contente por, com este projecto, poder espalhar o bichinho do bordado por mais pessoas, e por poder fazê-lo de forma completamente gratuita. Inscreva-se aqui e comece a aprender assim que o curso estiver disponível (que será no final de Setembro, início de Outubro próximos).

Viva!!!

(Já agora, aproveito para relembrar que os preços do Clube de Bordado air vão subir já no início do mês de Setembro. Para aderir a esta comunidade internacional de bordadores, inscreva-se já e aproveite os preços actuais!)

Collaboration

Tiles collaborate to create patterns.
Tiles collaborate to create patterns.

I’m still new to this thing called “collaboration”. Well, not exactly new, because I certainly know what it means. But I am certainly inexperienced when it comes to creating opportunities to grow my business by collaborating with interesting and interested people.

I already told you that I am taking an online business course that has been turning upside down my way of thinking about work, the creation of value and money. A couple of weeks ago, our homework was to think about our team. It included people I could hire as help, as consultants. It included apps that could automate many of my tasks and make my life easier. But included what I found to be the most unchartered territory of all, for me at least: people I could partner up for specific projects in a mutually beneficial relationship.

This may sound obvious to you, my dear reader. To me, however, it was pure gold. Not that I could see it right away, because these things take time to sink in for me.

A few days later, however, this important lesson came to mind when a client requested a job that is partly outside of my abilities. My client rocks, because he could certainly see the potential before I did. A few days later, I saw it too: a little cartoon light bulb became bright just above my head, when I finally identified the perfect expert to partner up for this project.

Before I knew it, I “enrolled” my first teammate, and together we will be able to create more value for the client than if we were to be working alone. A bit like the pattern above, where the overall visual impression is more than the mere sum of its parts.

How about you? How has collaboration helped you pursue your goals? Click here to add your voice to the discussion.

(Also, check out the new Embroidery Club, starting September 2013. Either a beginner or a seasoned stitcher, you will love seeing your creations coming to life!)

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Sou bastante inexperiente nesta coisa chamada “colaboração”. Não que desconheça o conceito, pelo contrário; mas até há bem pouco tempo desconhecia-o no que a trabalho diz respeito.

Já vos contei que estou a fazer um curso de negócios, chamado 10 Thousand Feet. Há algumas semanas, o trabalho de casa era sobre a equipa. Falava da ajuda que podíamos contratar, de forma mais permanente ou apenas pontual; falava até das apps que existem agora para automatizar muitas das tarefas mais mecânicas que fazem parte dos nossos dias. Mas o mais importante, pelo menos para mim, foi a secção sobre a colaboração com parceiros interessantes e interessados.

Para muitos de vocês isto pode parecer absolutamente óbvio, mas em mim a ideia levou algum tempo a ser interiorizada.

Uns dias mais tarde, esta lição voltou a estar muito presente quando um cliente fantástico me consultou para lhe fazer um trabalho que cai parcialmente fora das minhas habilidades. Num primeiro momento pensei em dizer que não, que não era a minha área… até que se fez luz no meu espírito e me lembrei da pessoa perfeita para desafiar para o projecto. Como vêem, o meu cliente percebeu o potencial muito antes de mim. E estou segura que, tal como acontece no padrão acima, ao fazer esta parceria, poderemos oferecer um trabalho melhor que a mera soma das partes.

Passo agora a palavra aos leitores: de que forma colaboraram com outras pessoas para melhorar o vosso trabalho e atingir os objectivos? De que forma ficaram as partes a ganhar? Comentem aqui.

Is profit a dirty word?

"airing from Lisbon", issue 35, is here

A month and half ago, I started attending and online business course called Ten Thousand Feet. It has been an intense and fun ride, and it has kept me awake, more than once!, with ideas. So far, it has made me change the way I see my business and my relationship with money.

This course is aimed at mostly women like me, who are micro-entrepreneurs, have good ideas, work very hard to make them happen, and still feel unjustly compensated for their efforts. To give you one example from my own business history, I have three years of writing, illustrating and e-publishing my zine “airing from Lisbon”, formerly known as “We’re in Panama!”, completely free of charge. As much as I love making it, it takes at least one week of my work month, without a financial compensation. I want to be clear: I love to work pro-bono for a cause, and admire those who choose to donate their work to charities, but the point in cause is that work – in this case, my work – should be appropriately compensated.

I’m my worst enemy on this, and I want to change that.

This may sound weird to many, but cultural interference is important: I was brought up to not stand out from the crowd. There are historical and anthropological reasons for it, such as my parents’ generation having lived during a very long dictatorship. Standing out was not good at that time.

My excellent grades in school were not something to talk about: standing out in that context meant that I was “competitive”, had “leader’s attitudes” (as if that were a bad thing) and could provoke envy in others.

Last May, twenty years after being in school, I signed up for this course attracted by its concept: to work smarter, more efficiently, and to double my income in the next year. In financially appropriate terms, to increase my return on investment.

I suddenly saw myself (virtually) surrounded by people who believe that working to create value for the public and earning money are not mutually exclusive concepts. Profit is not a dirty word was the sentence a fellow colleague shared today, about one entrepreneur who worked well, saw his business grow, earned a good income and used a part of it to anonymously give back to his community.

This was the inspiration I needed to aim higher, to not be afraid to price my work well and mostly not care about the possible envy it may or may not provoke.

Politics, religion and money are taboo, was what I learnt when I was a teenager, and I know this topic isn’t easy. Still, I would like to know: what are your thoughts?

Share your thoughts below!

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Há cerca de um mês e meio comecei a fazer um curso de negócios online. Dado por uma mulher, aliás, duas, este curso tem-me feito perder o sono pela incrível mudança de paradigma que tem provocado em mim, na minha maneira de encarar o meu trabalho, o meu negócio e a minha relação com o dinheiro.

O curso destina-se a pessoas como eu, micro-empreendedores, sobretudo mulheres, que têm boas ideias, fartam-se de trabalhar mas não vêem os seus esforços recompensados financeiramente. Para vos dar um exemplo, para trás tenho três anos de publicação mensal da minha zine ilustrada “airing from Lisbon”, antes “We’re in Panama!” (que adoro fazer e partilhar, por sinal), mas que não me traz nem um cêntimo de retorno financeiro. Imaginem que trabalhavam uma semana inteira por mês sem receber nada em troca? A menos que seja trabalho voluntário (opção perfeitamente digna), não tem graça nenhuma.

Talvez seja influência cultural, não sei, mas a minha educação sempre foi para não sobressair do conjunto. Na escola tinha excelentes notas, o que nem sempre jogava a meu favor. Sobressair significava muita coisa “má”: ser competitiva, ter atitudes de líder (como se isso fosse mau), despertar invejas.

Inscrevi-me neste curso pelo currículo e pela sua premissa: trabalhar menos, de forma mais eficiente, de forma a ganhar mais dinheiro. Em palavras “executivamente” bonitas, a ter um melhor retorno pelo meu investimento.

E de repente vi-me rodeada (virtualmente) de pessoas que pensam que criar valor, trabalhar para o bem comum e ganhar dinheiro não são conceitos antagónicos. Profit is not a dirty word foi a frase que li hoje, contada a propósito de um empreendedor que trabalhava bem, ganhava muito e que repartia os seus lucros com a comunidade de forma anónima.

Às vezes, é desta inspiração que necessito para almejar mais alto, para não ter medo de sentir que o meu trabalho deve ser valorizado e bem pago e que não devo temer as invejas que isso possa despertar.

Sobre política, religião e dinheiro não se fala, foi o que aprendi ainda adolescente, e sei que por isso o tema não é fácil. Mas quero saber: que opinam?

Dêem-me a vossa opinião abaixo!

Back from Guatemala

Antigua+Volcán del Agua from cerro de la cruz.

"we're in Panama!" now at Ay Robot! in la Antigua Guatemala. #zine

Jacarandá season in Antigua Guatemala

Sunrise en route to Acatenango volcano, Guatemala

Walking on clouds (almost). #acatenango #guatemala

Lake Atitlán, Guatemala

Changing the topic, Ciudad Vieja's church, Guatemala

Temple V, Tikal

At this point, a group of monkeys was above our heads, in #tikal #guatemala

We climbed two of these volcanoes. :)

Our vacation in Guatemala was wonderful. It is a country of contrasts, not only in nature – with its 14 volcanoes peaking above the clouds, the beaches and the hot, hot jungle – but also in the people. What is common and runs through everyone is an amazing kindness (not while driving, I suppose).

Guatemalan food is wonderful and I cannot believe how happy I was to discover that this is a soup-country. There´s always soup on the menu and I had, for the first time, sopa de tortilla negra. Frijoles refritos, guacamole, banano, tomato, corn, rice and meat are also very common – and delicious.

We climbed two volcanoes, the Acatenango and the Pacaya. Having climbed the Acatenango, up to the crater at 3976m, is something that I feel as an accomplishment and makes me very proud. I won´t lie: it was very, very difficult. After the first 30 minutes climbing, I felt the altitude, the lack of oxygen, my heart beating wildly in my throat. I thought I wouldn´t be able to breathe or even move. I was considering to stay behind and wait for the rest of the group to come down, but then something happened. I found my rhythm, my heart was calm, my legs were sore, but obeying my will. It took us six hours to cover a distance of 15km, climbing from 2200m up to the crater at 3976m. And then three hours to come back sliding down, hoping that gravity wouldn´t be stronger than my knees. It was an exhilarating experience, intertwined with the utter exhaustion of all the effort.

We stayed in Antigua Guatemala, a beautiful colonial city surrounded by three volcanoes, and then flew to Tikal, in the jungle, to see the Mayan site. I think the pictures speak for themselves.

If you want to see the whole Guatemala trip flickr set – still being updated – click here.

The trip to Guatemala was wonderful, but now I´m very happy to be home. I´m taking my first e-course, Stephanie Levy´s “Creative Courage”, which starts today. I´m super excited to meeting all my new e-course mates and seeing all the ways it will impact the way I face my work. If you´re taking part too and got here through the link in introductions, please say hi!