The “Lisbon Series”, a series of embroideries at the air Embroidery Club

Just now, in my neighborhood. #Lisbon #lisboa

Necessity is the mother of invention: I couldn't see through this fabric so this is what I came up with. Not the most convenient #embroidery choice but it appears to be working! #airembroideryclub #airembroideryecourse

This is what my #embroidery project for the #airembroideryclub looks like after stitching for a while. It's weird, but appears to be working.

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Who knew (I didn’t) that these sketches I’ve been filling my sketchbook with would become a series? I didn’t see it coming, but I’m glad I noticed a trend in my embroidery projects and decided to act on it.

Last January at the air Embroidery Club we stitched a sketch I made (and adapted for embroidery) just outside my studio. It’s not a fancy monument, or one of our beautiful city’s ex-libris. Quite the contrary: it’s a simple, everyday life scene, one depicting what makes living here such a pleasure. It was made right outside of my studio: we have a little square with a garden, two kiosks (I know, we’re spoiled!) with a few tables and chairs for people to have their “bica” (espresso) and read the paper.

The idea of committing simple scenes like this one to fabric appealed to me. I see a parallel between my wanting to capture the everyday scenes instead of the important monuments and the actual enjoyment of life. Although I do love to travel, see new places, eat new (to me) food and meet new people, most of my life is spent here, working, walking to work or yoga, mostly in the same few neighborhoods. And my guess is that this is true to you, too. So why not try to find beauty and enjoyment in the little details of our daily lives?

That’s what drove me to embroider the scene above on one of the cushion covers I have on my couch, instead of on a single fabric I would then “save for later”.

Fast forward a few weeks, and as I was preparing the March embroidery project for the air Embroidery Club, I suddenly looked at said cushion cover and thought I might as well embroider another Lisbon sketch on it and turn this into a series about Lisbon.

And that’s what I did! I used the same blue cotton floss a dear friend sent me over from the States. It’s a Japanese floss, a bit thicker than what I usually use – but so is the fabric, anyway.

Both embroideries were stitched in one color only (and future ones will, too): blue, like the blue ink we so often see on our azulejos, or tiles. I think it’s funny that I embroidered the first sketch in blue, only, and only now find out how I’m relating this embroidery to a large and dense panel of tiles, one where multiple scenes are represented, and several stories are told.

So that’s how my “Lisbon series” came to be, and that makes it all a lot more exciting when I go out to sketch. Because not all sketches are suitable to be embroidered. It’s a mix of composition, subject and simplicity that work together to make a sketch become a potential embroidery, and out of, say, five to ten sketches, I will find one that I feel meets all the criteria.

I thought about sharing all of this with you because this is something that excites me at the moment. I’m looking forward to go out and sketch, and see if I can pick future embroideries out of my sketchbook.

Would you like to join me, too? I’d love to see you over on the air Embroidery Club. If you’d love to join but are unsure about your stitching abilities, you can learn to embroider free.

(Scroll down to see how that cushion cover looks right now.)

Earlier today, #asketchaday in #Lisboa

Committing another #Lisbon sketch to fabric. #asketchaday

Unbeknown to me, I started a new series of embroideries: the #lisbonseries . Head on over to the blog to read more.

Quem diria que os desenhos rápidos no meu diário gráfico se transformariam numa série de bordados? Pois eu não imaginei criar uma série temática, mas foi precisamente isso que aconteceu, sem sequer me aperceber.

O projecto do mês de Janeiro no Clube de Bordado air foi baseado num desenho que fiz aqui mesmo à saída do atelier, e que depois adaptei a bordado. Não se trata de um imponente monumento ou de um ex-libris da nossa cidade, muito pelo contrário. Trata-se de uma cena do dia-a-dia da cidade, daquilo que faz com que Lisboa seja um lugar tão especial para quem cá vive.

A ideia de fixar estas cenas quotidianas em tecido atrai-me por várias razões. Vejo um paralelo entre o meu desejo de captar a simplicidade do dia-a-dia, em vez de apenas querer bordar os grandes monumentos, e a vontade de viver a vida com alegria, dando importância às pequenas coisas, sem estar constantemente à espera dos grandes momentos (que depois passam num instante). É uma forma de estar presente no aqui e no agora.

Foi esse entusiasmo que me levou a bordar a primeira cena na fronha de uma das almofadas do meu sofá, em vez de num tecido solto que iria parar ao armário até que chegasse um qualquer dia em que encontraria um destino especial para cada bordado.

Avancemos agora algumas semanas até há pouco tempo, quando estava a preparar o projecto de Março do Clube de Bordado air, em que subitamente pensei que poderia ser giro encher a mesma fronha com outras cenas lisboetas, e juntar estes bordados numa série de temática lisboeta.

E assim fiz! Usei o mesmo fio de algodão azul, presente que me chegou dos Estados Unidos, de uma querida amiga e membro do Clube de Bordado. É um pouco mais espesso que o fio que costumo usar, mas a verdade é que também a fronha é mais espessa e com uma trama mais larga que os tecidos onde habitualmente bordo.

Ambos os bordados foram feitos com uma só cor – e assim acontecerá com os novos projectos dentro desta série: em azul, tal como acontece nos nossos azulejos, muitas vezes arranjados em painéis com desenhos que contam muitas histórias.

E foi assim que fui surpreendida pela génese desta “série lisboeta”, o que faz com que seja ainda mais entusiasmante sair para a rua para desenhar. Nem todos os desenhos são adequados para transpor para o bordado: o equilíbrio perfeito existe ali numa zona onde o motivo, a composição e a simplicidade se encontram. De, digamos, cinco a dez desenhos, aproveitar-se-á apenas um deles para este efeito (os outros servem para me trazer alegria, porque adoro desenhar).

Pensei que seria interessante partilhar este percurso convosco porque este é um projecto que me traz muito entusiasmada neste momento. Na verdade, estou desejosa de ir para a rua desenhar!

Se tiver vontade de bordar esta “série lisboeta” connosco, junte-se ao Clube de Bordado air. Se tiver vontade de experimentar mas não tem a certeza de saber o suficiente, venha fazer o curso de bordado, é gratuito.

Join our community, start beautifying your life!

2 comments

  1. Eugenia says:

    That’s beautiful. What a great idea! I wish I could draw to have sketches of my own city! 🙂

    • air says:

      Gracias, Euge! A ver si tengo algunos dibujos de Buenos Aires de cuando viví ahi! 🙂

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