Thank you, Universe

Her #abbrigate #baby blanket is well loved.

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I always imagined that one day when I got pregnant I would go crazy knitting, embroidering and sewing things for the baby. When that day came, though, nothing like that happened, quite the contrary: I was so scared of possibly “jinxing it” – at the same time hoping that everything would be fine – that I made nothing for my babies (I was pregnant with twins). Nothing.

Except for this: abbrigate* embroidered baby blankets, one for each of them. My Prince and I wrote a few verses dedicated to each of our babies and I proceeded to embroider them on matching fabrics, in order to make matching blankets. I had made baby blankets for friends, friends of friends, I had made them for so many babies I could not not make one for my own babies.

And so I did.

Her blanket has gotten a lot of love and I never miss a chance to use it. Somedays it works as a bed cover, somedays it comes along on our strolls and covers her, serves as picnic blanket, you name it. Each stitch of each word has in its fibers all the wishes a mother has for her beloved daughter: to live a long, happy, healthy life.

Last Sunday I caught this little hand resting near the embroidered verses. The hand’s – and blanket’s – owner slept her much deserved beauty sleep, after walking what felt like a marathon (and falling down a couple of times, oh the perils of learning to walk!). As I was taking this picture, I thanked the Universe for having her in my life, and I kindly asked the Universe to take care of her brother for me. He never had the chance to use his blanket.

*
Sempre imaginei que um dia quando estivesse grávida me iria encantar fazer quinhentas e vinte e três mil peças para bebés, casaquinhos, mantas, botinhas, enfim. Quando o dia de estar grávida chegou, nada disso aconteceu. Pelo contrário: tinha tanto medo que alguma coisa acontecesse, ao mesmo tempo que desejava profundamente que tudo corresse bem, que nunca tricotei nem cosi nada para os meus bebés.

Excepto isto: mantinhas bordadas abbrigate* para cada um deles, com um versinho feito à sua medida. Já as tinha feito para os filhos dos amigos, dos amigos dos amigos, já as tinha feito para tantos bebés que não podia deixar de fazer para os meus.

E fiz.

Não perco uma oportunidade de pôr a mantinha da Alice a uso. Há dias em que está na cama dela, outros em que vai no carrinho para todo o lado. Foi feita com todos os desejos que uma mãe tem para a vida da sua filha: que tenha uma vida boa, longa, saudável, que seja muito feliz.

Este Domingo apanhei esta mão pousada na manta, enquanto a respectiva dona dormia o sono dos justos, após uma longa caminhada (e vários tombos). Enquanto a fotografava, agradeci ao Universo tê-la comigo, e pedi-lhe – ao Universo – que tomasse conta do irmão, que nunca teve oportunidade de usar a mantinha dele.

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