Do you know that feeling of finally “cracking the code”?

A Lisbon scene, available in February at the air Embroidery Club

It’s funny how disparate episodes in life appear to come together in a certain way in order to teach me something. Just the other day, I was exchanging emails with a friend of mine who is also a new mom. She was telling me how organically babies learn new skills and acquire new abilities. They try once, twice, they try and fail many times. Sometimes it feels like they aren’t making any progress at all. Sometimes, they appear to be completely uninterested by such skill. Until one day, and to quote my friend, they “crack the code”. I see this with my baby, who constantly surprises us with new skills.

The same thing happened to me this week, in yoga class. We had been attempting an arm stand and my feet kept falling down. This happened repeatedly – and I was very close to become grumpy about it, forgetting how life should be a little less serious and a lot more playful. Until I tried again and succeeded. My feet went up, my body adjusted and found its perfect balance. And I just relaxed into the posture, feeling the thrill of “cracking the code”.

I’ve seen the exact same thing happening to beginners everywhere. Take the knitters in my workshops, for instance. Upon arrival, early in the morning, everyone is shy, excusing themselves for their lack of ability. We start bit by bit, building up on confidence and skill, and four hours later each student looks at the swatch they finished with wonder and pride. I made this!, they seem to be telling me. I can relate: I love it when I accomplish something I didn’t know I could.

I see the same happen with the members of the Embroidery Club. There are many seasoned embroiderers who join us for the pleasure of stitching; but there are several beginners who never embroidered a single stitch in their lives. They start a bit doubtful of their abilities, building stitch upon stitch, following lines. Until they step back and see that an image is appearing before their eyes, an image they made with their own hands. It’s a delightful feeling, one I still get every month.

I’ve been working on February’s Embroidery Club project and am stoked about it: I used french knots for the first time (took me a few attempts to “crack the code”!), it’s a design inspired by my favorite city in the world – Lisbon! – on a fabric I was fearful of cutting into (and did anyway).

Who knew you could get all this thrill through embroidery?

If you want to come along on this “cracking the code” ride, join us on the club. We have a very supportive group to cheer your along this journey. 🙂

(For my dear Embroidery Club members: thank you, my dear friends, you make this journey a lot more special!)

*

Esta semana aconteceram uma série de episódios, aparentemente desconexos, mas que convergem numa aprendizagem importante para mim. Há dias recebi o mail de uma amiga minha, mãe recente como eu, que me dizia como ficava maravilhada com a forma dos bebés aprenderem novas habilidades. Falava das tentativas que faziam, sem desistir: uma, duas, três, as que fossem necessárias. Até que um dia, como que por magia, chegavam lá. Eu própria observo isso com a minha bebé (e babo!).

O mesmo se passou comigo esta semana, na aula de yoga. Andamos há algum tempo a (tentar) fazer uma postura de apoio nos braços que me escapava. As pernas pareciam não ser dotadas de músculos, rendiam-se à gravidade. Caíram tantas vezes que estava prestes a ficar rabugenta, quando me lembrei que me devia levar um pouco menos a sério. E um certo dia, depois de todas as tentativas que foram necessárias até o meu corpo perceber o que tinha de fazer, consegui! Como que por magia, fiquei na postura, encontrei o meu equilíbrio e relaxei. Foi maravilhoso.

Já vi isto acontecer a tantos principiantes na vida: a primeira vez que se anda de bicicleta, por exemplo. Ou as alunas dos meus workshops de tricot. Chegam de manhã, um pouco envergonhadas e a pedir desculpa, à partida, pela falta de jeito. Começamos a aprendizagem progressivamente, começando com o mais simples e vão até ao mais complexo. Quatro horas mais tarde cada uma delas tem uma amostra de tricot nas mãos, que olha com orgulho (e às vezes também surpresa). Eu fiz isto!, parece que me estão a dizer. E eu sinto mesmo: é maravilhoso quando consigo fazer algo pela primeira vez.

Vejo o mesmo a acontecer com os membros do Clube de Bordado. Há vários membros com muita experiência, que aderem ao Clube pelo prazer de bordar. E há muitos principiantes que nunca na vida bordaram um ponto. Começam a medo, hesitantes, bordando um ponto atrás do outro, devagar, seguindo as linhas. Até que de repente dão conta que a magia aconteceu e têm uma imagem bordada à sua frente, feita com as suas próprias mãos. É uma sensação maravilhosa – e tenho-a todos os meses ao preparar os bordados para o Clube.

Tenho estado a terminar o bordado de Fevereiro e estou desejosa de o partilhar (chega este Domingo às caixas de correio electrónico dos membros). Pela primeira vez usei nós franceses (foram algumas tentativas até conseguir!); o desenho é inspirado na minha cidade favorita, Lisboa; e usei um tecido lindo que tinha guardado já há algum tempo, uma chita de Alcobaça que tinha medo de cortar – mas que cortei (e adorei).

Quem diria que se podiam viver todas estas sensações através do bordado?

Se nos quiser acompanhar nesta aventura, junte-se ao Clube. Temos um grupo muito cooperante no facebook, que está sempre pronto a alentar-nos a ir mais longe.

(Às minhas queridas co-bordadeiras do Clube: obrigada! São vocês quem faz esta aventura valer a pena!)

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