Desenvolvimentos

Antes de mais, quero agradecer todos os comentários ao post anterior. Respondi a todos, lá mesmo ao lado. Também já fiz reclamações junto da recepção (sim, o edifício tem-na) e da administração (idem).

A conversa na administração foi interessante. A senhora, muito compungida, disse-me que estava de acordo comigo mas que tinham ordens da Junta (a comissão de moradores) para não autorizar a utilização dos elevadores principais por “empregadas e animais”. Claro, perguntei-lhe se não achava ligeiramente idiota manter as pessoas à espera, no rés-do-chão, só porque a dita Junta não autoriza. “Es que después nos regañan, señora”, explicou-me.

Aqui, tive de lhe dizer que me parecia muito estranho que eles tivessem medo de receber uma reprimenda por fazer uma coisa justa e normal. Continuo sem entender isso, mas a discussão aqui sai sempre no mesmo: a ordem vem de cima e que depois recebem uma repreensão. Não entendo: não pensam? Correm o risco de despedimento? Que será?

A nossa empregada, que se tem revelado um autêntico braço direito, uma colaboradora fantástica, já está instruída: da próxima, usa o intercomunicador para me chamar. Quem ousar proibir que ela suba comigo no elevador vai ter a vida bem difícil.

Haja paciência…!

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2 comments

  1. Ahimsa says:

    Billy,

    Muito bem!

    Estou em crer que este tipo de situações prevalecem, porque não as denunciamos atempadamente e no forum correto.

    Acredita que fizeste a diferença no mundo!

    Namaste!

  2. Anonymous says:

    Hmm, e que tal se começasses a vir buscar a empregada à porta todos os dias :-)?

    Enfim, água mole em pedra dura… tanto se vai falando que um dia torna-se realidade, não é? Tem sido assim em muitas coisas aqui em Portugal, mas as mentalidades mudam devagarinho…

    fungafa

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