Em Nova Iorque perdi-me no metro

perdi-me no metro em NY II

Quantas vezes? Nem sei. Talvez porque esteja habituada a que uma linha tenha uma cor, outra tenha outra; talvez porque às linhas são atribuídos nomes, não números ou letras, como no caso. Talvez até porque nos outros metros em que já circulei há diagramas da rede em todo o lado. Ou talvez até porque estou habituada a placas sinaléticas com pictogramas, complementados por pequenos textos, não testamentos que nos indicam que fora de horas o comboio expresso se transforma em local e tem de se apanhar ali o número 4 para duas estações mais tarde apanhar o número 6.

Talvez.

A verdade é que me perdi no metro e o pior é que não existe comunicação entre os dois sentidos da via em todas as estações. Portanto: descoberto o erro, é preciso sair do metro numa estação onde exista comunicação com o sentido oposto. Ou então atirar para trás das costas, sair à rua e voltar a pagar bilhete.

Digamos, simplesmente, que não é evidente.

(E o calor nas estações? Alguém entende?)

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3 comments

  1. Ahimsa says:

    O metro nova-iorquino é obviamente uma forma cruel e fria do capitalismo desenfreado oprimir as classes trabalhadores, por isso é que é tão quente. 🙂

    boa?

    Namaste!

  2. Anonymous says:

    Podes crer que aquilo é quente. Quente e esquisito nos trajectos. E aquela coisa de as luzes se apagarem durante o trajecto durante is segundos? E as plataformas com menos de cinquenta centímetros?

    Mas depois sobe-se as escadas e pronto, esquecemo-nos de tudo!
    fungaga

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