A verdade do mergulho

7. O Paulo fez o seu primeiro mergulho em mar aberto no Great Barrier Reef e viu um bivalve com mais de um metro de comprimento!

Também verdade. Não faço ideia de como se chama o bivalve mas seguramente apareceu no Finding Nemo e também no Under the sea, filme que vimos em 3D no IMAX de Darling Harbour, em Sydney.

“Fatiotas sexy” de uns e de outros!

Em Cairns comprámos uma excursão ao Great Barrier Reef e, apesar de ser a segunda vez que lá fui, adorei. Adorei, adorei. E também me escaldei, apesar do imenso cuidado a espalhar o creme protector. O sol australiano não brinca em serviço!

Porque quando estamos longe, qualquer referência a Portugal nos aquece o coração!

A excursão foi num barco estilo catamarã, que saiu da marina de Cairns e foi até uma ilha, pertencente ao Parque Natural. Nessa ilha havia uma corda que separava o espaço dos pássaros do espaço dos humanos – e não é que ambos os grupos a respeitavam? Essa ilha, mínima, é produto de sedimentos trazidos pelos pássaros; aos poucos foi-se fixando com um pouco de vegetação e hoje é um ninho gigante para aquela passarada toda, que gralha todo o dia – afinal de contas, está em casa e um pássaro tem de governar a sua vida.

Aí na ilha podíamos nadar e fazer snorkel para ver os corais, os cardumes de peixes e também os bivalves; eu fiquei pela ilha. O Paulo, desejoso de experimentar um mergulho em mar aberto, lá foi vestir uma fatiota sexy e experimentar a botija de oxigénio nas costas. Veio encantado, mas continua a preferir o ski, segundo consta.

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