Aqueduto de Lisboa

Nota: lembrei-me agora que ainda não consegui decorar a palavra “aqueduto” em castelhano. Aaaargh! A idade não perdoa…

Mesmo antes de regressar à Argentina tive a belíssima oportunidade de visitar o Aqueduto das Águas Livres, em Lisboa, graças à iniciativa da minha amiga Noor. Para quem não sabe, a Noor, para além de talentosa pintora em batik, também é uma belíssima guia, contando as histórias da história entremeadas com as histórias do dia-a-dia. Na visita, explicou-nos coisas tão complexas como as inúmeras datas da construção do aqueduto como também nos falou dos rituais da utilização da água naquele tempo. Ficámos a saber, por exemplo, quem se lavava primeiro na hierarquia doméstica. E, há que dizê-lo, contou-nos isto sempre com muita graça.

Mas da visita ao Aqueduto ficou-me mais do que os episódios curiosos da sua história: foi também um passeio que funcionou como despedida de Lisboa e dos amigos que me acompanharam na travessia do vale de Alcântara, numa manhã em que São Pedro nos deu um bocadinho de tréguas.

A minha cidade é linda, não é? Mesmo com chuva…

Acrescento aqui outra nota: a partir de Março, penso eu, o Aqueduto volta a abrir as portas ao público. Na Epal devem saber informar.

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