Month: December 2008

Countdown for the holidays | Contagem decrescente

Last week was hectic! I´m glad it is over and that I managed to deliver the two most urgent projects on time, but I still had to make it a bit into Saturday to finish things. Fortunately we had a long weekend, as yesterday was a public holiday here in Argentina (it was a holiday in Portugal too, so it was actually fun to have a holiday simultaneously).

One of the projects mentioned above involved Blurb. The ease of the service really surprised me (hey, I come from a traditionally bureaucratic country and live in an even worse one!). I didn´t use their own software for the design part as it seemed a bit limited compared to the professional software I usually use – which is logical, of course – so I designed everything elsewhere and imported it into their own software. The only real hurdle on the whole process was that I had to export my layout as a .pdf, then convert it into .jpg or .png (I used the latter format) and then import those files (one per page) into Booksmart. I read their forum and everyone is saying the same: please accept pdf files directly into Booksmart! It will be a time-saver and it will definitely improve workflow.

Otherwise, working with Blurb was a smooth experience. I´m looking forward to seeing the results!

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A contagem decrescente até ao Natal é sempre agitada, já que toda a gente quer ter os seus projectos terminados antes do fim do ano. Por isso, a semana passada foi muito ocupada e deu à justa para terminar os dois trabalhos mais urgentes que tinha.

Para um deles recorri ao site Blurb, onde se pode produzir livros de qualidade, sem limite mínimo de exemplares. Devo dizer que fiquei surpreendida com a facilidade com que as coisas se processam – e os preços são bem convidativos! Como entregam os livros tanto em Portugal como cá na Argentina, penso que o vou usar mais vezes.

A única parte menos boa no processo – pelo menos para um designer profissional – é que o software próprio que disponibilizam, o Booksmart, é um pouco limitado nas suas opções. Contudo, é possível fazer o trabalho todo no programa com que trabalhamos habitualmente e importá-lo posteriormente para o Booksmart. Aqui, a única crítica é que no processo de importação dos ficheiros é preciso passá-los de .pdf (formato de exportação do programa em que paginei o livro) para .jpg ou .png, e só posteriormente colocar página por página no software Blurb.

Li instruções e comentários dos utilizadores e todos concordam neste assunto: quando o Booksmart aceitar o formato .pdf para importação, então trabalhar com o Blurb vai ser mesmo uma maravilha!

Estou ansiosa por ver o livro impresso!

Entre Lisboa, Buenos Aires… e Macau

Time Freeze in Macau

A friend of mine pointed me to this video. This happened in Macau, last week. You may be asking yourself what´s so odd or mentionworrthy about it, and my answer would be “try to find Macau on a map”.

I´m happy to see the city where I lived for nine years, even if it is only through a video.Yay!

Sapatos iguais

Apraz-me sobremaneira saber que eu e a minha sobrinha C1 partilhamos o calçado de Verão.

Pé da sobrinha, fotografado pela própria.

Pés da tia, fotografados pela própria.

Ah, como é bom voltar a "casa"…

E por “casa”, entre aspas, quero dizer “Brasil”. Sim, ir ao Brasil é como voltar a casa. Porque é assim que me sinto quando vejo o mar, os telhados de telhas, a calçada portuguesa (não sei se no Brasil a chamam de “portuguesa”; por favor não levem a mal a minha falta de alternativa na nomenclatura!).

Apesar do tempo ruim, ou do mau tempo, para quem preferir, que isso agora era para estar de short e camiseta, como me garantiram as minhas fontes, os quase quatro dias passados no Rio foram… óptimos. Foram mesmo cheios de comida boa, de passeios melhores e da companhia dos amigos, o que faz de qualquer visita a outra cidade uma experiência inesquecível. Já da outra vez tinha sido maravilhoso e desta as altas expectativas que tinha não ficaram defraudadas.

Na quinta saímos daqui do centro da cidade, do Aeroparque, rumo ao aeroporto de Montevideo. Experimentámos voar pela Pluna e não nos desiludimos. A escala no Uruguai é muito curta mas faz-se sem problemas, dado que os passageiros são deixados numa mini-salinha (mini, mas bem apetrechada de Duty Free, não que eu seja fã) e os quarenta minutos de espera passam num instante.

Chegados ao Galeão, foi uma alegria poder falar português. Talvez de forma mais pausada, mas é óptimo poder falar a minha língua e ser compreendida, sem ter de estar sempre a traduzir.

saltinho no Museu em NiteróiSaltinho no Museu de Arte Moderna de Niterói, célebre projecto do Arquitecto Niemeyer. E muito fotogénico, não é?

o mítico orelhão O Paulinho telefona à C, num mítico orelhão de Ipanema.

decorações natalícias, brazilian style Decoração natalícia de montra de Ipanema. Quiçá o chinelo da Garota?

Visita ao Brasil, sobretudo se o tempo está mau e a praia não é a opção que mais ocupa o nosso tempo, não está completa sem falar da gastronomia. Ah, e aqui… aqui o Brasil tem cartas para dar, sobretudo com o déficit de oceano, peixe fresco e de saborzinho a feijão. Já para não falar nas sobremesas, apesar de ser mais chegada a salgados que a doces.

água de coco na praia, à noiteA água de coco não podia faltar, né não?

"A" feijoada no Bar do Mineiro, em Santa Teresa“A” Feijoada no Bar do Mineiro, no bairro de Santa Teresa. O bar, mais próximo de uma tasca que de um bar propriamente dito, estava cheio, cheio, o que só atesta a sua qualidade.

casquinha de siriCasquinha de Siri na Tia Penha, nos arredores do Rio.

bobó de camarãoBobó de camarão, também na Tia Penha. Resta-me referir que voou. Desapareceu. Evaporou. Foi-se. Em menos de nada.

queijinho de coalho na brasa, à beira da praiaQueijinho de coalho assado na brasa, à beira da praia. Sol, água de coco e queijinho que vem ter connosco? Pode-se desejar mais na vida?

Domingo de manhã o sol espreitou, ainda que de forma envergonhada, e pude molhar as pernas nas águas do Atlântico Sul, mais ao norte que Cariló. Vesti-me a preceito e tudo, mas depois o mar revolto e um fundão na rebentação actuaram como dissuasor aos meus desejos de um mergulho completo.

saltinho na praiaAh, a praia!!!! O oceano… o mar revolto, as ondas, a água fria, a espuma branca! É o meu déficit de mar a falar mais alto!

De “casa”, voltámos a casa. Também foi bom chegar.

P.S. Faltam-me as fotografias para documentar a cocada. Mas, gente, eu não sou chegada a doces e olhem que com este não pude resistir! Mnham, mnham!