Hortelã

Pôr menta na canja não é o mesmo que pôr hortelã na canja. É parecido. Até é bom. Mas não é a mesma coisa.

Estas diferenças, ainda que pequenas, a esta distância revestem-se de toda uma importância vagamente desproporcionada. Mas é através dos cheirinhos e sabores (e do Skype, naturalmente) que vamos matando as saudades de Portugal e da comida da Mamã.

Como tal, deixo aqui o registo do transplante de hortelã (aparentemente bem sucedido) que começou em Lisboa e terminou algum tempo depois, do outro lado do lago Atlântico. Em três vasos diferentes, pelo sim, pelo não.

Hortelã…

…mais hortelã…

…e o “folhudo” manjericão, que pega em todo o lado.

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3 comments

  1. Ahimsa says:

    Aaah! este transplante lembra-me o meu filme favorito, French Kiss, e a personagem Luc que viaja com a videira no bolso do casaco…

    Boas culturas!

    Namaste!

  2. Mar says:

    Tenho de te mandar sementes para um mangerico,como me mandaste quando vivia em terras algo mais cinzentas do que a Argentina;-)

  3. alcinda leal says:

    Eu uma vez trouxe hortelã da minha terra, aliás foi a vizinha Antonica da avó que me deu, e não pegou!
    Ontem tinha uns pés em água, já com um pouco de raiz, e a minha empregada diligentemente limpou tudo, cortou as raizes e deixou só as folhinhas viçosas!
    Conclusão: ainda não é desta que eu planto… mas posso adquirir no mercado… é a diferença, não é?
    Ainda agorinha pus umas folhinhas no ensopado de borrego do almoço…

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