Fim-de-semana na cidade

Este fim-de-semana não fomos à “escácara” (vocábulo da autoria da menina do “esquepoço” e do “fóscaro”). Entre idas ao aeroporto (fomos buscar o Miguel ao Aeroparque no Sábado e, no Domingo, fomos pô-lo a Ezeiza) fomos ver móveis (estantes, estantes, precisamos de estantes!) com pouco sucesso e vimos algo de máquinas de lavar louça (já falta menos para termos uma, esperemos que não seja uma saga semelhante à do frigorífico).

O ponto alto foi, sem dúvida, a ida ao hipermercado.

Não. Minto. Esse foi o ponto alto da monotonia da vida prática. Ou seja: é preciso ir, há que ir, vamos lá. Gostamos? Não. Não gostamos de ir ao hipermercado. É chato. Apesar da lista criteriosa, há sempre qualquer coisa que fica para trás. E demora-se sempre muito tempo a pagar.

Excepto, claro está, um Domingo de Fevereiro, que é como quem diz “Agosto em Portugal”, ou melhor, “Agosto em Lisboa”. Num dia de sol e de calor quem é que vai para o hipermercado? Só mesmo quem quer ter um bocado de ar condicionado à borla, e mesmo este “à borla” tem de ser revisto porque saímos sempre de lá com mais coisas do que as que necessitamos.

Os pontos super-positivos foram: compras despachadas; dois pares de sapatinhos muito lindos (prendinhas de aniversário) e uma casa arrumada.

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