Fim-de-semana na cidade, parte II

Agora vamos ao positivo do fds passado.

Quem já conhece o restaurante Osaka, escusa de continuar a ler. Quem não conhece, queira continuar, se faz favor, mas prepare-se para grandes momentos de salivagem desenfreada.

Depois de apanharmos o Miguel no Aeroparque obrigámo-lo a vir passear connosco para Palermo na nossa busca de estantes. Há que esclarecer que em Palermo, no meio de duas lojas de decoração, há umas vinte de roupas, roupinhas, sapatos, roupa interior, ténis… É impossível (praticamente) resistir ao chamamento!

Quando se fez hora de jantar, aproximámo-nos sorrateiramente do Osaka, restaurante que havia sido eleito pelo Miguel como o “melhor dos últimos tempos”. Entre o que queríamos pedir e o que foi pedido por engano (um engano feliz), deliciámo-nos com os pratos que já conhecíamos e descobrimos outro nunca antes navegado. Falo aqui de ceviches, claro, ceviches, tiraditos e sushi, numa onda de fusão peruano-japonesa de fazer crescer água na boca.

O ceviche é aquilo que já se sabe: deliciosos pedacitos de peixe marinados em sumo de lima, uns chilis quaisquer cujos nomes desconheço, coentros e cebola, acompanhados de milho (para nós, é tudo milho; para eles, cada milho é um milho diferente e tem nome específico).

O tiradito é uma coisa género “carpaccio”, neste caso de peixe: fatias muito fininhas de peixe com molhos diferentes. Um deles tem maracujá e resulta doce, o que provoca um contraste delicioso com o picante dos chilis e do agreste da cebola. O outro é género… ora deixa cá ver se me lembro do nome… “Bar-B-Q sauce” de lá de Macau, mas em bom. Deve ter molho de ostra, suponho, mas não sei.

Agora está-me a crescer tanta água na boca que tenho de parar de escrever antes que babe o teclado. Chiça.

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