Ornament Swap

I´ve talked about the 2007 Holiday Ornament Swap before (here and here). This post is about the ornament I designed for the swap.

I always try to take the opportunity of “having to” create something to try a new technique. I had been wondering about which technique I should use and that was when I read a post by Amy about paper cutting. In her post, she had a link for Cindy´s blog, a papercut artist. As you can see, her blog is full of beautiful things and packed with very good tips (including a video I can´t link to directly but is very easy to find among her posts).

That was the final push I needed to go for papercutting. And, let me tell you, it is a really engaging technique. There´s so many things one can do with wonderful and sometimes surprising results.

Maybe, since I started from zero, I can invert the adjectives here and say that the results are always surprising and sometimes wonderful!

I learnt some things I´d like to share here while working on the ornaments (and I shall not mention how many times I had to correct drawings that looked nice on sketch but broke as I cut them!).

Well, first and foremost: don´t despair if your first few attempts break or don´t look nice. I guess it´s just that way. Just make sure you understand where it breaks so that you can correct the sketch.

Then, avoid the temptation of details: on my first sketches I had a huge amount of tiny little details that just revealed to be impossible to cut decently. If you want detail, work on larger formats (my ornament fits a postcard-sized envelope, I´ll explain why later).

When cutting curves, resist the temptation of skewing your cutter. Always have your blade in a 90º angle with your paper: cuts are sharper and you need less strength. Results are easier to control as well.

I used gift-wrapping paper, although origami paper is a good option too. It was the only golden paper I found and it proved to work well.

Oh, I almost forgot! Apply about one-third of the strength you initially think you´ll need. I was using so much strength that the blade was getting stuck into the art board under the paper. And, obviously, paper wasn´t being cut that much. It wasn´t effective at all. And it´ll save you a huge blister on your index finger!

(Oh, and by the way: as I mentioned before, my ornaments fit a postcard-sized envelope. I decided to make something flat and easily mailed than something “chunky” that had to be sent in a package. This was mainly because my experience with the post here is that whatever looks different from a normal letter doesn´t get delivered. Even a simple letter with some photos inside got lost somewhere between Portugal and Argentina!)

Well, below are some photos of the ornament. I hope my group will like them!

*

Este post é sobre o enfeite que fiz para o 2007 Holiday Ornament Swap, do qual falei nestes dois posts.

Sempre que surge uma oportunidade de realizar um trabalho destes, sem ser para clientes, aproveito para experimentar uma nova técnica. Se gosto, começo aos poucos a incorporá-la nos trabalhos para clientes; se não gosto, já a experimentei e posso arrumá-la numa gavetinha qualquer para uso futuro.

Andava a pensar que técnica iria experimentar desta vez para fazer os enfeites para a troca e a leitura deste post sobre “paper cutting” foi o empurrão que me estava a faltar. No post está um link para um outro blog dedicado ao tema, chamado Scherenschnitte. Embora não consiga ligar directamente a um post que queria aqui mostrar, vejam mais abaixo um pequeno vídeo com instruções fáceis de seguir para fazer um exercício de papel cortado.

E pronto, este foi o empurrão definitivo para lançar mãos à obra e fazer o meu próprio desenho – e a seguir cortá-lo.

No caminho, aprendi algumas coisas que acho que vale a pena partilhar.

Em primeiríssimo lugar: não desesperar se os primeiros desenhos não saem bem! Nem vale a pena dizer quantas correcções tive de fazer ao desenho inicial porque os cortes não ficavam bem feitos ou, pura e simplesmente, se partiam. O importante é perceber que zonas estão frágeis e corrigi-las.

Outra coisa importante é evitar a tentação de fazer muitos detalhes pequeninos. Nos meus primeiros desenhos tinha tantos pequenos cortes que acabava por ser difícil fazê-los e ficavam com um ar “mastigado”. Portanto, para um desenho com detalhes, usar formatos grandes, pelo menos maiores do que aquele que usei (um envelope do tamanho de um postal ilustrado. Já explico o porquê da escolha.).

Ao cortar curvas, evitar a todo o custo inclinar a lâmina. O melhor é mantê-la sempre a fazer um ângulo de 90º com o papel. Assim o corte fica mais limpo, com menos força.

Usei papel de embrulho dourado, embora o papel de origami também seja uma boa opção. A minha escolha teve que ver sobretudo com a disponibilidade de cores nas papelarias que visitei.

E já quase me esquecia! Estava a fazer tanta força na lâmina que esta acabava por se enterrar na base para corte que aqui tenho. Resultado: bolha no dedo indicativo e cortes muito mais difíceis e mastigados! Cerca de um terço da força que estava a fazer era mais que suficiente para obter bons resultados. Às tantas, lá consegui, e valeu bem a pena.

(Um parêntesis quanto ao formato dos meus enfeites: escolhi um tamanho de postal ilustrado para que pudesse enviá-los em envelopes absolutamente normais, sem ar de encomenda. Da minha experiência com os correios argentinos, tudo o que não tiver aspecto de carta comum não é entregue. Até uma carta com fotografias conseguiu ser extraviada!)

Seguem-se agora algumas imagens. Espero que gostem!

Here it is!

All waiting to be shipped…

And they´re ready to go!

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