Bom para a rabiga

Não sei o que seria bom para a minha “rabiga”, como diria a Carolina, mas preciso urgentemente de encontrar algo que a faça baixar. Sim, ainda continuo com um alto significativo que faz muita gente pensar que estou grávida. De quatro meses, pelo menos.

Ontem entrei no autocarro e, rapidamente, alguém me deu o lugar. Eu agradeci, mas só quando me sentei percebi o porquê do gesto.

Cheguei a casa e examinei bem a silhueta: desgraça, não há roupa que disfarce isto…

À noite, vinha da aula de yoga, e ouço uma voz vinda de dentro de um carro: “relinda, la pancita!”

Foi a gota de água, mas também não sei para quê porque não há muito que eu possa fazer para além de esperar. Pacientemente.

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3 comments

  1. Mariana says:

    Relinda, la pancita!
    Gosto!
    Os argentinos são uma simpatia!
    Não escondo que gostava mais dessa pancita se o significado fosse outro, mas… paciência.
    Ao menos é alvo de belos elogios!
    Continua com o ioga, a corrida, etc. Há-de melhorar, seguramente.
    Beijos

  2. Ahimsa says:

    Isto só prova como não nos cruzamos há milénios. Tu barriguita?! LOL.

    Bom, eu que sou uma especialista em barriguitas, e não me refiro às bonecas, só te posso sugerir uma coisa: flexões. É a única coisa.

    A Jennifer Garner, que é aquela coisa «gorda» que toda a gente sabe, numa entrevista à Oprah dizia que não percebia porque é que as mulheres tinham vergonha de usar cinta. Ela sempre que se sentia com a auto-estima em baixo usava. Pessoalmente, acho que ela tem toda a razão. 🙂

    Namaste,

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