Machu Picchu II


O segundo dia em Machu Picchu foi assim: soalheiro e repleto de mosquitos.

Como só está a cerca de 2000m sobre o nível do mar e tem muita vegetação, o ar é muito oxigenado e os efeitos da altura sentidos no Cusco desaparecem.

Não senti uma “confluência de energias cósmicas”, mas a cidadela “me mató”: empoleirada em cima de um monte rodeado por montanhas ainda maiores, a canalização da água é escavada na e da pedra, tal como os templos, as casas, os silos, os socalcos ou as estruturas de observação astronómica. Lá em baixo, muito em baixo, correm regatos, que na verdade são rios que alimentam a central hidroeléctrica. Os trilhos incas marcam a face da montanha até à Porta do Sol, a entrada possível para gente e a entrada única dos raios da manhã do solstício.

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