O que li nas ferias

As minhas férias não foram na praia. Foram em Buenos Aires, no fim do Inverno e início da Primavera. Para as celebrar, li, li, li. E quando me apeteceu, li ainda mais. É algo que não posso fazer quando estou embrenhada no ritmo de trabalho, e por isso dá ainda mais prazer fazer. Li “The life of Pi”, de Yann Martel, deitada na relva de vários parques porteños, feliz da vida por poder ler mais um capítulo e o outro a seguir. Li como há muito não conseguia ler e deu-me o prazer que há muito não tinha. Também li o “Elogio de la lentitud”, de Carl Honoré e, enquanto estive em Santiago do Chile, também de uma assentada li “El maestro de esgrima”, de Arturo Pérez Reverte. Li outros pelo caminho, li revistas e – agora a loucura no estádio – fiz centenas de sudokus. Muitos sozinha e alguns a meias com o Paulo – é um novo modelo de namoro que inventámos, sudoku a duas cabeças e quatro mãos.

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